março 12, 2006
MANUEL MARTINS MOREIRA
Rebordosa, 10-5-1938
Aparecia o sol no Oriente esbranquiçado duma manhã do mês de Maio, quando a morte veio roubar-nos o inocente Manuel Martins Moreira. Nove anos em flor, cheio de graça e de luz, mas Deus quis chamá-lo à sua eterna guarida por ser o netinho mais afável do sr. Joaquim Martins Moreira.
Pareciam-se como pombas brancas, as faces rosadas na inocência, as maneiras afáveis como tem seu Pai e toda a sua família são o requinte honroso que as reveste!
Andar a procurar ninhos à beira dos regatos de água cristalina é um rouxinol a cantar procurando com suavidade o hino de Deus, entre florestas aonde existem pétalas e flores cheias de verdadeiro e puro aroma.
Seus pais ficaram mergulhados numa cruciante dor, mas a demonstração do funeral veio demonstrar quanto são queridos estes amigos de Rebordosa, e freguesias circunvizinhas.
Conduziu a chave do ataúde o irmão do finado sr. Joaquim Martins Moreira, negociante local, cujas lágrimas comoveram toda a assistência.
Aparecia o sol no Oriente esbranquiçado duma manhã do mês de Maio, quando a morte veio roubar-nos o inocente Manuel Martins Moreira. Nove anos em flor, cheio de graça e de luz, mas Deus quis chamá-lo à sua eterna guarida por ser o netinho mais afável do sr. Joaquim Martins Moreira.
Pareciam-se como pombas brancas, as faces rosadas na inocência, as maneiras afáveis como tem seu Pai e toda a sua família são o requinte honroso que as reveste!
Andar a procurar ninhos à beira dos regatos de água cristalina é um rouxinol a cantar procurando com suavidade o hino de Deus, entre florestas aonde existem pétalas e flores cheias de verdadeiro e puro aroma.
Seus pais ficaram mergulhados numa cruciante dor, mas a demonstração do funeral veio demonstrar quanto são queridos estes amigos de Rebordosa, e freguesias circunvizinhas.
Conduziu a chave do ataúde o irmão do finado sr. Joaquim Martins Moreira, negociante local, cujas lágrimas comoveram toda a assistência.
Pintarroxo